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	<title>Entre Irmãos</title>
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	<description>Somente seremos fortes, se estivermos unidos!</description>
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		<title>Revista Arte Real Ed. Atual</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 05:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Arte Real - Edição Atual]]></category>

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		<description><![CDATA[CLIQUE NA CAPA PARA BAIXAR EDITORIAL É com grande alegria que, mais uma vez, utilizamo-nos deste espaço, a fim de travar importante diálogo. Comumente, o espaço de um editorial não é reservado para tal fim, mas entendemos ser importante aproveitarmos esta oportunidade, a fim de se fazer luz sobre assuntos, que, jamais, deverão ser varridos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2012/02/Arte-Real-61.pdf" target="_blank">CLIQUE NA CAPA PARA BAIXAR</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2012/02/Arte-Real-61.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1146" title="61" src="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2012/02/61.jpg" alt="" width="100" height="141" align="left" /></a>É com grande alegria que, mais uma vez, utilizamo-nos deste espaço, a fim de travar importante diálogo. Comumente, o espaço de um editorial não é reservado para tal fim, mas entendemos ser importante aproveitarmos esta oportunidade, a fim de se fazer luz sobre assuntos, que, jamais, deverão ser varridos para debaixo do tapete. Portanto, peço-lhes  a prestimosa tolerância com este editor.</p>
<p>Ao longo de uma gloriosa história de cinco anos de nossa Revista, vimos, a cada edição, tentando elucidar-lhes sobre temas, merecedores, pelo menos, de reflexão. Não temos como medir o quanto nossos esforços têm modificado tais situações aqui tratadas, mas não pretendemos parar de fazer o que nos compete, por entendermos a Revista Arte Real como órgão de informação e de conscientização do Povo Maçônico.<span id="more-1144"></span></p>
<p>Voltamos a tocar no assunto que muito nos incomoda, desde que entramos na Ordem: o descomprometimento da maioria dos Irmãos com o aspecto iniciático de nossa Ordem. É notório que muitos profanos estão sendo convidados a participarem, sem que sejam informados dos objetivos da Maçonaria. Provavelmente, seus padrinhos, também, recrutados na sociedade da mesma maneira, não tendo sido, devidamente, preparados no decorrer do estudo dos Graus Simbólicos, conforme os ditames de nossa doutrina, contribuirão para a formação, desculpe o termo, de uma “escola de profanos de avental”.</p>
<p>Esse retrato não é privilégio de algumas Lojas; lamentavelmente, acontece na maioria delas. A vaidade começa de cima; basta relermos a história da Ordem no Brasil para registrarmos o absurdo número de dissidências, criações de novas Lojas e de tantas outras “potências” (propositalmente, entre aspas, já que dividir a Maçonaria em diversas Obediências é enfraquecê-la, e não potencializá-la), que chegamos ao absurdo de computar mais de 125 Grão-Mestres em nosso país. Como uma Ordem tão pulverizada poderá ter uma atuação decisiva nos assuntos de interesse da sociedade?</p>
<p>Basta um irmão perder as eleições para Venerável Mestre de sua Loja para buscar a criação de uma nova Loja. As Lojas atuais já possuem seu quadro de Obreiros bastante reduzido; com isso, surge mais uma Loja com sete ou oito irmãos, implorando que ninguém falte, à guisa de não poder abrir seus Trabalhos. Que Maçonaria é essa?</p>
<p>Precisamos fazer Maçonaria de verdade! E, insisto: o caminho de tal transformação é amá-la e estar comprometido com seus ideais. Para amá-la, faz-se necessário conhecê-la, estudá-la em sua história e entendê-la como uma Escola de Iniciação, seu princípio básico!</p>
<p>Disse John Kennedy ao povo americano: “Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela”. “Mutatis mutandis”, tal citação nos permitirá profunda reflexão.</p>
<p>Precisamos otimizar o tempo que roubamos de nossas famílias semanalmente, abolindo a ensurdecedora “sinfonia do bater de malhetes” em nossas sessões e nos dedicando ao estudo da doutrina maçônica. E, quando estivermos atuando na vida profana, coloquemos em prática seus ensinamentos. Não precisamos mudar, pontualmente, o político corrupto, o policial desonesto, o mau profissional; temos que mudar a nós mesmos e servirmos de exemplo para o mundo. Toda modificação começa de dentro para fora. Em outras palavras: temos que transformar a Iniciação Simbólica recebida em Iniciação Real!</p>
<p>Falando desta edição e colaborando para melhor conhecermos nossa Ordem, destacamos alguns temas e apresentamo-los, como Matéria de Capa, “A Expressão Era Vulgar e o Calendário Maçônico”, trabalho de autoria do Irmão Marcelo Alegrucci; dentro do escopo de conhecer a si mesmo e o universo que nos envolve, apresentamos a matéria “As Leis Básicas do Universo”, carinhosamente, enviada pelo Irmão Galuzzi, extraída de Apostilas da Sociedade Brasileira de Eubiose; a matéria “A Mulher na Maçonaria” é um tema polêmico e até mal compreendido por muitos, isso, até a leitura da excelente matéria do renomado maçonólogo Irmão Joaquim Gervásio de Figueiredo.</p>
<p>Agradecendo suas prestimosas tolerâncias por nos permitir estar aproveitando este Editorial para chamá-los à razão sobre temass que, jamais, deverão ser desconsiderados, peço uma profunda reflexão de todos, em especial, sobre a frase de John Kennedy. Se a entenderem pertinente, levem-na para suas Lojas, a fim de que possamos melhorar nossa postura diante da triste realidade da Maçonaria atual e, consequentemente, fazê-la retomar o papel que lhe cabe, como Escola de Iniciação. Afinal, a Maçonaria somos todos nós!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 60</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 05:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Arte Real - Todas as Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Há pouco tempo, vivíamos a expectativa de como seria o mundo no ano 2000. Articulavam-se na mídia de então, diversas previsões sobre o fim dos tempos. Presenciamos absurdos como suicídios em massa e as mais loucas atitudes de indivíduos sem consciência dos desígnios de Deus. Novamente, a história se repete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2012/01/Arte-Real-60.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p>Há pouco tempo, vivíamos a expectativa de como seria o mundo no ano 2000. Articulavam-se na mídia de então, diversas previsões sobre o fim dos tempos. Presenciamos absurdos como suicídios em massa e as mais loucas atitudes de indivíduos sem consciência dos desígnios de Deus. Novamente, a história se repete com a entrada de 2012 e a divulgação na Internet de mensagens apocalípticas, verdadeiro terrorismo emocional. Tal multidão, ainda inconsciente, pergunta se vai cumprir-se a interpretação de alguns “pseudoprofetas” sobre o Calendário Maia.</p>
<p>É interessante notarmos, ao revermos a história, que boa parte da humanidade, sempre, portou-se assim: descrente e longe dos ensinamentos dos Avataras, ofuscada pelo falso brilho das coisas materiais.</p>
<p>O dia 21 de dezembro deste ano, para esses, será o final do mundo, tomando-se por base as previsões catastróficas que insistem em veicular nos mais diversos meios de comunicação, implantando um desequilíbrio emocional nos mais desavisados.</p>
<p>A falta de entendimento em assuntos como Vida pós-Morte, Lei do Carma e da Reencarnação, dentre outros, faz esse “rebanho” ser conduzido como gado, atendendo a interesses de alguns. Sem vontade própria, permite ser manipulado pelo comércio sacerdotal de algumas religiões, que o levam a buscar fora o que, sempre, esteve dentro de cada um de nós.<span id="more-1141"></span></p>
<p>Preguiçoso que é, aceita o engodo de sua “salvação”, depositando oferta, dízimo, ou o nome que queiram dar, submetendo-se a simpatias, sacrifícios, ou, até mesmo, a autoimolação, como se Deus quisesse seu sacrifício, e não a manifestação de sua bondade para o próximo.</p>
<p>Como na Atlântida, caso se confirmem as previsões terroristas de tal Armagedon, morrerá abraçada ao seu patrimônio efêmero, conquistado com o sacrifício de toda uma vida, implorando por salvação. Pobre humanidade em seu caminhar a lugar nenhum!</p>
<p>Sinceramente, também, esperamos que chegue o fim do mundo. Sim, mas desse mundo materialista, consumista e descrente, onde o “ter”, cada vez mais, sobrepõe-se ao “ser”. Onde o acúmulo de bens, mesmo à custa da vida de outrem, é o que mais importa.</p>
<p>A natureza vem cobrando seu preço, e a conta a ser paga não é pequena. Mas é claro que esse assunto só receberá a devida atenção de alguns, após o Carnaval. Afinal, tudo, na terra do samba e do futebol, só começa após a semana do Carnaval.</p>
<p>Provavelmente, com a vinda de um novo Avatara, anunciado por uns como “a volta do Cristo”, “Maitreia”, “o Cristo Universal”, corre-se o grande risco, novamente, de tal humanidade matá-lo.</p>
<p>Enfim, folheando as páginas do Livro da Vida, vamos ler a mesma história. De novo, alguns serão chamados, e poucos vão ser escolhidos. Eis a razão da existência de uma Escola de Iniciação como a nossa: buscar, na grande massa, aqueles que têm potencial de consciência para serem despertados, a fim de que, através de sublimes ensinamentos, possam ser guiados no caminho “de volta à Casa do Pai”.</p>
<p>Por esse mesmo motivo, escolhemos como Matéria da Capa “O Cunho Simbólico da Iniciação”, de autoria do meu querido Irmão João Camanho, Revisor desta Revista, para abrilhantar esta edição e conscientizar nossos leitores quanto à importância da Iniciação. Ainda, dentro deste enfoque, a coluna Informe Cultural anuncia a palestra, que estaremos ministrando no Seminário do R\E\A\A\, promovido pela ARLS Isabel Domingues nº 109, GLMERJ, em Jacarepaguá, no Oriente do Rio de Janeiro,  “A Iniciação Maçônica Comentada Esotericamente”. Corroborando com o tema, estamos publicando, também, na coluna Trabalhos, as matérias “Os Cinco Tipos de Discípulos” e “Consciência Maçônica”.</p>
<p>Enfim, chegamos a 60ª edição ininterrupta, em um período de 5 anos de muito trabalho, iniciado em 24 de fevereiro de 2007. O aniversário é nosso, mas o presente, sempre, será de vocês, que nos acolhem, carinhosamente, a cada edição.</p>
<p>Rogamos ao G\A\D\U\ que nos conceda a oportunidade, a consciência e a sabedoria, para estarmos à frente deste altruístico trabalho pelo tempo que possamos ser útil aos nossos Irmãos, informando e, principalmente, conscientizando-os nos mais diversos assuntos. Consciente de que somos, apenas, um canal dos ensinamentos dos excelsos Mestres de Sabedoria, vimos agradecer, humildemente, esta oportunidade de poder bem servir nossa Ordem, assim como a todos nossos Colaboradores e Parceiros Culturais, que viabilizam este nobre trabalho!</p>
<p>Encontrar-nos-emos na próxima edição!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 59</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 19:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Ao iniciarmos mais um ano, cabe-nos agradecer tudo de bom que nos aconteceu no ano anterior, bem como as adversidades que nos serviram de lições e nos ajudaram a admitir, um pouco mais de consciência do papel que nos cabe como Iniciado Maçom, junto à sociedade. Ao falarmos em iniciado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/12/Arte-Real-59.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/12/Arte-Real-59.pdf" target="_blank"></a>Ao iniciarmos mais um ano, cabe-nos agradecer tudo de bom que nos aconteceu no ano anterior, bem como as adversidades que nos serviram de lições e nos ajudaram a admitir, um pouco mais de consciência do papel que nos cabe como Iniciado Maçom, junto à sociedade.</p>
<p>Ao falarmos em iniciado, aquele que se predispôs a passar por uma Iniciação, ou seja, o que, por algum motivo, foi intuído a bater no Portal de uma Escola de Iniciação e a iniciar uma nova jornada. Sim, iniciar uma nova caminhada, uma nova ação, daí a definição do termo: Iniciar + ação.<span id="more-1119"></span></p>
<p>É inconcebível tomarmos banho e vestirmos as mesmas roupas sujas. Assim, é o processo iniciático. Ao nos tornarmos postulante em uma nova senda, teremos que nos despojar de velhos hábitos, dos vícios, dos véus mayávicos (da deusa Maya), da ilusão do mundo material e despertarmos para uma nova vida, a vida espiritual.</p>
<p>Todo caminho iniciático visa ao Encontro de Eu’s (como já nos reportamos em matéria anterior), propiciando o encontro dos Eus (material e Espiritual). Também, é inconcebível ouvirmos de alguns Irmãos que eles, sempre, foram assim e, assim, irão morrer. Diríamos nós, já estão mortos, ainda, que vivos. Iniciação é transformação. É buscar ascender à escada evolucional, deixando de lado as coisas efêmeras do mundo material, em uma eterna busca do seu Deus Interior, sua Centelha Crística.</p>
<p>Aqueles que adentraram uma Escola de Iniciação têm por dever evoluir. O que temos visto, em especial, em nossa Ordem, é uma enorme quantidade de Irmãos que não tem consciência do que veio fazer em seu seio. Movida por interesses particulares, busca a Maçonaria como “Chave Mestra”, a fim de abrir-lhe portas nos mais diversos segmentos da sociedade, pouco se importando com seus ensinamentos. Essa verdadeira massa de “profanos de avental”, inconsciente do que vem a ser nossa Ordem, pratica os maiores absurdos morais, não sabendo o enorme carma que está acumulando com seus atos.</p>
<p>Nosso papel, como editor, além de informar, é, principalmente, o de conscientizar. Você, leitor dessas linhas, que, incansavelmente, vimos reescrevendo ao longo da história de nossa Revista, poderá, em muito, contribuir para mudar essa realidade. Antes de indicar algum profano para ingressar em nossa Ordem, busque refletir se o mesmo possui, de fato, valores e virtudes condizentes ao processo iniciático, a que irá submeter-se. Não estamos referindo-nos, apenas, à cerimônia de iniciação, até porque tal processo, ali, apenas, inicia-se, estendendo-se ao longo de toda a vida terrena.</p>
<p>O padrinho tem a responsabilidade de bem escolher o candidato para nossa Ordem. Tal escolha, jamais, poderá ser fruto de interesses particulares, envolvendo pessoas que, com seu ingresso na Instituição, venham abrir-lhe portas em alguns segmentos da sociedade. É lamentável falarmos isso, mas é a dura imagem do cotidiano maçônico em algumas Lojas.</p>
<p>Se quisermos fazer Maçonaria de Verdade, teremos que ser autênticos, comprometidos e realistas. Já que estamos iniciando mais um ano, aproveitemos para refletir sobre nossas responsabilidades como Iniciado Maçom, perguntando o que poderemos fazer para um mundo melhor.</p>
<p>O caminho iniciático é estreito e sem volta. A cada passo dado, abre-se um abismo às nossas costas. Voltar é se projetar no precipício. Ao nos banharmos nas cristalinas águas da Iniciação, jamais, deveremos vestir as roupas sujas dos velhos hábitos. Temos que iniciar uma ação evolucional, buscando sublimar nossas emoções, elevar nossos pensamentos e tornar mais altruísticos nossos atos.</p>
<p>O misterioso ano de 2012 reserva muitas profecias, crendices e adivinhações. De um Iniciado, espera-se uma postura superior, acima do bem e do mal, a neutralidade, ou seja, o equilíbrio. A Superstição cabe aos profanos, sendo uma das roupas sujas, devidamente descartada no aludido banho.</p>
<p>Já que, neste ano, curiosamente, teremos três sextas-feiras 13, a fim de fazer luz sobre alguns conceitos errôneos, apresentamos uma matéria colhida no Blog “Filhos de Hiram” – Sexta-Feira 13 e os Mistérios do 13 &#8211; que aborda, com propriedade, o tema. Esta edição, ainda, traz, como Matéria da Capa, o texto “A Maçonaria Mística”. A coluna Trabalhos apresenta a matéria “A Arquitetura na Alemanha” e “Os Cinco tipos de Discípulos”. Na coluna Reflexão, a matéria “Ser, Ter e Parecer”, faz jus ao nome da mesma.</p>
<p>Desejamos aos nossos leitores um ano de 2012 repleto de muitas realizações, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que nos conceda o “suficiente” dentro daquilo que merecemos!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 58</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Enfim, chegou o Natal, e já começamos a nos preparar para darmos adeus ao ano 2011. Dezembro é mês de confraternizações e comemorações, porém uma ótima oportunidade de fazermos uma reflexão e um balanço sobre tudo que passamos, sobre como nos comportamos diante das adversidades. Embora saibamos que o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/11/Arte-Real-58.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p>Enfim, chegou o Natal, e já começamos a nos preparar para darmos adeus ao ano 2011. Dezembro é mês de confraternizações e comemorações, porém uma ótima oportunidade de fazermos uma reflexão e um balanço sobre tudo que passamos, sobre como nos comportamos diante das adversidades.</p>
<p>Embora saibamos que o mundo está em convulsão, notamos que, com a chegada do final do ano, um clima de fraternidade envolve as pessoas e deixa o planeta um tanto mais leve. As casas se enfeitam de luzes a piscar sob o compasso das músicas natalinas, transmitindo um clima de paz e felicidade. Armam-se árvores rodeadas de presentes, embora nada se saiba sobre o real sentido e o profundo simbolismo das mesmas.<span id="more-1091"></span></p>
<p>Tal época é tão mágica, que faz certos vizinhos, que, durante o ano inteiro, mal se importam com trocar um “bom dia”, darem abraços apertados, desejando, emocionados, muitas felicidades, paz, dinheiro no bolso, aquelas “baboseiras”, de boca para fora.  É a “magia do Natal”, vai se entender!</p>
<p>Época de mesas fartas, regadas a muita bebida. As companhias de limpezas registram, após as comemorações, um aumento exagerado de lixo e enormes desperdícios. O comércio aquece suas vendas numa explosão de consumismo desvairado, enquanto as pessoas se esquecem do Aniversariante. Até, porque tal data nada tem a ver com o seu nascimento, e, sim, com uma maquiavélica estratégia da Igreja Católica em cima do Mitraísmo, desviando a atenção do povo da época, quando tal religião movia enormes massas para a celebração do “Natalis Solis Invicti”(nascimento do Sol Invencível).</p>
<p>Enfim, é Natal, e a tradição diz que devemos trocar presentes, ser bonzinhos e abraçar nossos vizinhos. Então, deixemos que o Espírito Natalino invada nossos corações, preencha nossos lares e nos remeta a uma “realidade utópica”. Quando os fogos do “réveillon” anunciarem o novo ano e a vida voltar ao normal, vestiremos, novamente, nossas armaduras e voltaremos a nos digladiar.</p>
<p>Mas já que é um período de comemorações, nós, da Revista Arte Real, não podemos ficar às margens disso. Temos muito que comemorar, em função do grande sucesso alcançado. Chegamos à marca de 23.500 leitores diretos espalhados por todo o Brasil e pelo exterior. Uma marca expressiva que nos enche de muito orgulho e aumenta, em muito, nossas responsabilidades. Com as bênçãos de nosso Pai Celestial e a confiança de nossos diletos leitores, vimos pautando tal empreitada dentro de nossos objetivos iniciais: tratar a cultura maçônica com seriedade; difundir seus ensinamentos, respeitando a veracidade de sua história e desvelando seu aspecto místico; distribuir gratuitamente cada edição mensal aos nossos leitores. Esta tarefa somente nos tem sido possível, graças aos nossos Parceiros Culturais, que, ao anunciarem suas empresas conosco, viabilizam seus custos de produção e distribuição.</p>
<p>Ao chegarmos a dezembro, começamos a fechar as cortinas de 2011, a fim de recebermos os primeiros raios de luz de 2012. Otimistas que somos, acreditamos que teremos um ano de recomeço, reencontros e realizações. Para os que se limitam a acreditar em possíveis tragédias, o ano que vem está regado de profecias do Armagedom, final do Calendário Maia e outras crendices mais. As sábias palavras do poeta Geraldo Vandré &#8211; “quem sabe faz a hora, não espera acontecer” &#8211; têm nos servido de diapasão, nesses quase 5 anos de história, conscientizando-nos da necessidade da construção do futuro, não nos permitindo assistir ao trem da história passar. Assim sendo, citaremos, mais uma vez, o sábio pensamento de Ghandi: “Seja você a mudança que você quer ver no mundo!”. Portanto, exerçamos nosso papel de construtor social e ajudemos a construir um mundo mais digno para as próximas gerações.</p>
<p>Fazendo luz no simbolismo do Natal, nossa Matéria de capa – A Árvore – desvela alguns de seus mistérios. Ainda, dentro desse aspecto, a coluna Destaques apresenta a matéria “A Maçonaria Mística”, um breve artigo, porém de profundo teor. Encerrando as atividades da coluna Estudo da Cabala, apresentamos a matéria “O Fogo Secreto e as Sephiroth”. A coluna Academia da Leitura nos brinda com a matéria “O Livro e Suas Magias”. Já a coluna Trabalhos publica as matérias “O Tronco de Solidariedade” e “O Trabalho Maçônico”. Fechando a edição, a coluna Reflexões traz “A Diferenciação”.</p>
<p>Na esperança de que, um dia, possamos estender o clima natalino por todos os dias do ano, desejamos, neste Natal, a todos os nossos leitores o “suficiente” em todos os aspectos, pois é o de que precisamos para sermos felizes, de fato!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 57</title>
		<link>http://www.entreirmaos.net/?p=1077</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 18:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL “Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é, provavelmente, a maior invenção da vida. É o agente de transformação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/10/Arte-Real-57.pdf" target="_blank"><span style="color: #ff6600;">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</span></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p><em>“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é, provavelmente, a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. “Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.” </em></p>
<p>(Steve Jobs.)</p>
<p>O homem, desde seu nascimento, tem como principal preocupação se preparar para a vida. E não poderia ser diferente, afinal, a vida é feita de oportunidades e aproveitá-las é tarefa para os que estiverem mais bem preparados. Investe por mais de duas décadas em estudos, cursos de idiomas, etc; de fato, um bom lugar no mercado de trabalho requer conhecimento. No lado pessoal, uma das pretensões é a de constituir uma família, ter filhos. E, conforme o dito popular, “quem casa quer casa”; com isso, a próxima meta é transformar em realidade o sonho da casa própria. Novas conquistas e desafios, posteriormente, virão como o carro do ano, uma casa de praia, enfim, adquirir um bom patrimônio e preparar uma boa aposentadoria para, quando a velhice chegar, curtir a vida que lhe resta.<span id="more-1077"></span></p>
<p>Na verdade, passamos a vida inteira nos preparando para ela, quando nossa única certeza é que, um dia, enfrentaremos o fenômeno da morte. Toda essa preparação, em parte, procede, afinal, faz parte do contexto da vida material. Porém, o que nos causa espécie é ver o tamanho despreparo das pessoas com relação à referida passagem.</p>
<p>Destaco a sábia frase de Dalai Lama, que sintetiza, em poucas palavras, o que vimos tentando narrar em dois parágrafos: “<em>O que mais me surpreende na vida é o homem, pois perde a saúde para juntar dinheiro; depois perde o dinheiro para recuperar a saúde. Vive pensando, ansiosamente, no futuro, de tal forma, que acaba por não viver nem o presente, nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido</em>”.</p>
<p>Quem, ao longo da sua existência, vem adquirindo consciência da efemeridade da vida terrena, consegue perceber que a morte não tem o significado de fim, mas o de recomeço para uma nova etapa. Na verdade, estamos morrendo pouco a pouco, desde que nascemos. Quando cruzamos as diversas fases da vida, como infância, adolescência, maturidade, estamos morrendo para renascermos na etapa seguinte.</p>
<p>Daí o termo iniciação, ou seja, a ação de iniciar uma nova fase. Renascemos, ou passamos por uma nova fase em cada momento de nossas vidas, a cada dia, a cada minuto, quando vislumbramos uma nova Verdade. Verdade (Ver + dade) é a qualidade de “ver”. A cada oportunidade em que nos permitirmos atingir a um novo estado de consciência, descobrindo uma nova Verdade, apuramos nossa qualidade de “ver” a vida em sua essência.</p>
<p>Dizia São Paulo que a morte é a maior das mentiras, entendendo que a mesma é, apenas, uma nova etapa, um recomeço, um renascimento, uma iniciação em outros planos.</p>
<p>Quanto mais nos desvencilhamos do falso brilho do materialismo, das coisas efêmeras, mais nos aproximamos do verdadeiro caminho de volta à Casa do Pai. Essa deveria ser nossa principal preocupação desde o nosso nascimento, mas, sem a consciência do real, cabe-nos peregrinar nesse laboratório do espírito e nos predispor às duras experiências terrenas, tropeçando e levantando, angariando experiência e maturidade espiritual, até o dia em que, por força da Lei de Evolução, somos convidados a dialogar com nosso Eu Verdadeiro e, por Causas e Efeitos, bater à porta de uma Escola de Iniciação, e reencetando a caminhada na senda da espiritualidade.</p>
<p>Nesse mês em que dedicamos um dia para homenagear nossos antepassados, de certo, muitos de nós banharemos os olhos ao revivermos as doces lembranças de parentes e amigos, que nos foram muito caros. Esses entes queridos, que cruzaram o Portal para o Oriente Eterno, com certeza, jamais morreram, apenas, iniciaram uma nova etapa em sua caminhada evolutiva. A morte não pode, jamais, ser encarada como um problema da vida, mas, sim, como a solução!</p>
<p>Dentro do tema deste Editorial, apresentamos a matéria do nosso querido Irmão Francisco Miranda, intitulada “Forget me not”, sobre nossos Irmãos que sobreviveram à cassada nazista. Na coluna Destaques, uma bela homenagem ao dia da Bandeira do Brasil, de autoria do Irmão Carlos Nepomuceno. Na coluna Estudo da Cabala, chamamos atenção para a matéria “O Triângulo do Fogo Cósmico”, de autoria de Mark Stavish.</p>
<p>A coluna Trabalhos traz dois interessantíssimos textos: “A Iniciação à Luz do Apocalipse”, de Antonio Castanho Ferreira, e “O Mestre Instalado”, matéria de nossa lavra, que visa a atender à solicitação de um de nossos leitores. Pedimos especial atenção para as duas matérias que ilustram a coluna Informe Cultural, sobre o ENRICO II – 2º Encontro Regional de Iniciação e Conhecimento Oculto, e sobre o belíssimo trabalho realizado pela ASL &#8211; Associação Sementes da Liberdade.</p>
<p>Temos um encontro marcado na próxima edição!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 56</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 00:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Arte Real - Todas as Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Temos feito deste espaço, em certas edições, um “mural de apelos e lamentações”, a fim de elucidar nossos leitores quanto às diversas situações, que têm, de alguma forma, subtraído o direito do cidadão. Porém, não podemos deixar de exaltar comportamentos exemplares como esse que narraremos abaixo. Há alguns dias, recebemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2011/09/Arte-Real-56.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</a><a href="../wp-content/uploads/2011/08/Arte-Real-55.pdf" target="_blank"><br />
</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p>Temos feito deste espaço, em certas edições, um “mural de apelos e  lamentações”, a fim de elucidar nossos leitores quanto às diversas  situações, que têm, de alguma forma, subtraído o direito do cidadão.  Porém, não podemos deixar de exaltar comportamentos exemplares como esse  que narraremos abaixo.</p>
<p>Há alguns dias, recebemos uma mensagem pela Internet, que nos levou à  reflexão. Tratava-se da posse de um Grão-Mestre árabe, palestino, Nadim  Mansour, de religião cristã ortodoxa, que ocupará tal cargo até o ano  2013. Absolutamente normal, não fosse na Grande Loja do Estado de  Israel.</p>
<p>Uma região explosiva, embora considerada como “Terra Santa” por  palestinos e judeus, os quais disputam, palmo a palmo, seu direito de  posse. O sangue, que já lavou aquela região em disputas acirradas,  faz-nos rever esse conceito de lugar sagrado, que, há muito, já foi  profanado.</p>
<p>São episódios como esses que nos fazem acreditar em nossa Sacrossanta  Instituição. Como pensar que povos, que se digladiam em uma suposta  “guerra santa”, há décadas, podem se congregar e se respeitar baseados  nos valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade.<span id="more-1054"></span></p>
<p>As palavras do Irmão 1º Vigilante, no início dos Trabalhos, apontando  o porquê de nossas reuniões, “combater a Tirania, a ignorância, os  Preconceitos e os Erros, glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade”,  podem ser expressas aqui. Assim como as do Chanceler, ao falar que nossa  instituição “tem por objetivo tornar feliz a humanidade pelo amor, pelo  aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade, pelo  respeito à autoridade e à religião de cada um”.<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>A prova maior do compromisso dessa Grande Loja com os princípios de  “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” pode ser vista no Selo da mesma: a  Cruz, a Lua Quarto &#8211; Crescente e a Estrela de Davi estão juntas,  simbolizando o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo. Da mesma forma, a  Bíblia, o Alcorão e a Torah estão no Altar das Lojas, comprovando que  todos os Irmãos, independente da fé professada, estão imbuídos do  objetivo de trabalhar pela felicidade da humanidade.</p>
<p>Isso é que nos diferencia das demais instituições, nosso  comprometimento com esses valores, nossa busca do autoaperfeiçoamento,  do progresso dos povos e da evolução da humanidade.</p>
<p>Outros Grão-Mestres palestinos já tiveram a oportunidade de assumir o  malhete maior daquela Grande Loja, não sendo um fato inédito, o que já é  um belo exemplo.</p>
<p>Com esse tema, que nos leva a refletir, abrimos este Editorial e  convidamos os nossos leitores a, também, ler, refletidamente, as  seguintes matérias desta edição: na coluna Matéria da Capa, de autoria  de Frederico Guilherme Costa, “A Origem do G\A\D\U\”; na coluna  Destaques, de autor ignorado, “Referências Maçônicas – Literárias e  Cinematográficas”. na coluna Estudo da Cabala, de autoria de Michael  Laitman, “Reencarnação e Cabala”; na coluna Academia da Leitura, “A  História e a Importância do Livro”, de nossa lavra; na coluna Trabalhos,  ressaltando os valores de uma Escola Iniciática, de autoria de Martha  Follain, “Teseu e a Iniciação”; “Maçonaria e o Apostolado – Ledo x  Bonifácio”, de autoria de nosso Confrade Antonio Fadista, revelando os  bastidores da história da influência da Maçonaria na Independência do  Brasil; “A Arquitetura na Alemanha”, matéria, cuja autoria,  lamentavelmente, ignoramos, descrevendo as atividades da Maçonaria  Operativa a partir do séculos VIII.</p>
<p>Fechando a edição, na coluna Reflexões, a matéria “Ponte para a  Liberdade”, cuja autoria é atribuída ao Mestre da Grande Fraternidade  Branca, Kuthumi.</p>
<p>Que a reflexão sobre o tema deste Editorial e as matérias desta  edição sejam, de fato, uma ponte para atingirmos um novo estado de  consciência!</p>
<p>Encontrar-nos-emos na próxima edição!</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 55</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 20:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Arte Real - Todas as Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR! EDITORIAL Inspirado pelos ventos primaveris que sopram em setembro, abrimos este Editorial para, mais uma vez, agradecer a calorosa e fraternal acolhida, que vimos recebendo por nossa luta em prol de uma Maçonaria de verdade! Os equinócios, além de seus vários significados místicos, expressam, também, o equilíbrio e a harmonia. Nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/08/Arte-Real-55.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR!</a><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/08/Arte-Real-55.pdf" target="_blank"><br />
</a></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p>Inspirado pelos ventos primaveris que sopram em setembro, abrimos este Editorial para, mais uma vez, agradecer a calorosa e fraternal acolhida, que vimos recebendo por nossa luta em prol de uma Maçonaria de verdade!</p>
<p>Os equinócios, além de seus vários significados místicos, expressam, também, o equilíbrio e a harmonia. Nesse período, em que dia e noite, harmoniosamente, têm a mesma duração, exaltamos esses valores; a natureza se reveste de beleza e faz, a mais insensata criatura perceber que existe um Ente Superior no comando da evolução de todas as espécies.</p>
<p>Sob a égide desse equilíbrio setembrino, falando de evolução, gostaríamos de trazer um assunto bastante polêmico para reflexão de todos. Por esses dias, veiculou, em algumas listas de discussão maçônica, uma mensagem que tratava de Iniciação de um cadeirante, na Maçonaria Portuguesa, mas, especificamente, no Grande Oriente Lusitano. Tal assunto, de fato, contraria o que dita o questionável Landmark nº 18, de Mackey (exigência de que os candidatos à Iniciação sejam homens, livres de nascimento e não-mutilados).<span id="more-1034"></span></p>
<p>Por um lado, vale ressaltar que ninguém é obrigado a prestar qualquer juramento que seja, contudo, prestando-o, deverá cumpri-lo. Nem por isso, deveremos ser omissos e nos abster de refletir sobre esse tema, já que somos “livres pensadores”.</p>
<p>Sendo a Maçonaria progressista, os autores de Landmarks e seus compiladores (Mackey, Robert Morris, Grant, Pike, Bernard Jones, George Oliver e outros tantos) pecaram pelo radicalismo, ao impor sua imutabilidade, por considerá-los como leis, um dogmatismo. Na verdade, são, apenas, conceitos e, mesmo que fossem, ainda assim, como toda lei, estariam à mercê de mudanças e atualizações.</p>
<p>Para os Irmãos, que buscam se aprofundar nos estudos de nossa Ordem, nem se faz necessário dizer que não existem, apenas, os Landmarks de Mackey. Além disso, estes, somente, começaram a ser montados em 1856. Albert Pike, o Patriarca da Maçonaria, em 1924, declarou: “<em>Não há nenhum acordo comum com respeito ao que é e o que não é Landmark. Isso nunca foi definitivamente resolvido</em>”. Dos 25 Landmark de Mackey, Pike adotou, apenas, cinco.</p>
<p>Verdadeiramente, apenas nos EUA, onde existe a maior concentração de maçons no mundo, existem cerca de 18 tipos de compilações de Landmark diferentes, variando de 3 a 54 artigos, adotados por algumas Potências. Vale ressaltar que, segundo nosso Irmão Nelson Carvalho, em seu artigo Landemarques/Landmarks, “<em>as Grandes Lojas americanas não adotam qualquer compilação de Landmarks e, até hoje, continuam sobrevivendo”</em>.</p>
<p>Nicola Aslan, em “Landmarques e Outros Problemas Maçônicos”, assim se manifesta sobre o tema: “<em>Evidentemente, o problema dos landmarques continuará sem solução possível, e de nada irá adiantar a melhor definição ou a melhor compilação apresentada, porque, sempre, será um trabalho estabelecido sobre a areia</em>&#8230;”. Já, Xico Trolha, em “A Maçonaria – Usos e Costumes”, diz que “<em>Os Antigos Landmarques, na verdade, são uma simples exploração americana, muito embora os encontraremos, também, em outras fontes. O fato muito importante é que os debates começaram e terminaram confinados aos Estados Unidos, já que o resto do mundo maçônico, deles, não tomaram conhecimento, ou deram muito pouca importância aos mesmos</em>”.</p>
<p>Ainda, compilando Nelson Carvalho, Mackey, após mais de 130 anos, elaborou uma lista de regras e obrigações, que dogmatizaram a prática da Maçonaria e adquiriram conotação de Carta Constitucional, com artigos construídos de modo marcadamente sintético. Para a Grande Loja de Londres, em 1720, Landmarks não representavam a mesma figura cultural que Mackey considerou em 1856.</p>
<p>Robert Gould, um dos fundadores da Loja de Pesquisas Maçônicas, “Quatuor Coronati”, de Londres, assim se manifesta a respeito: “<em>Nós procuramos, em vão, nos registros das Lojas mais antigas da Escócia, em épocas recentes, para uma completa especificação dos Landmarques, que escritores atuais dizem ser Antigos e Inalteráveis. Dos Antigos Landmarques se observou, com mais ou menos fundamentos de Verdade, que</em> <em><span style="text-decoration: underline;">Ninguém sabe o que eles contêm, ou omitem; eles não são de autoridade terrena, porque tudo é um landmarque, quando alguém pretende silenciar você, mas nada é landmarque, quando surge no seu próprio caminho</span></em>”.</p>
<p>De certo, você deve estar pensando sobre o porquê da escolha deste tema, tomando todo o espaço de nosso Editorial. O que queremos, na verdade, é, de forma imparcial, levá-lo à reflexão, despertando o livre-pensador que se oculta dentro de cada verdadeiro maçom. Se adequássemos esse conceito, expresso no artigo 18 do Landmarque, que proíbe a Iniciação de um aleijado, considerando que fosse um “Aleijado Moral”, o que achamos muito mais pertinente, provavelmente, teríamos de fazer uma bela limpeza nos quadros de muitas Lojas!</p>
<p>Achei muito oportuna a veiculação da mensagem sobre iniciação de cadeirante, o que nos induz a refletir sobre a imutabilidade de um, diga-se de passagem, “conceito”. Tal imutabilidade contraria a “Lei da Evolução”, já que “tudo”, em todos os reinos da natureza, está em plena evolução, está em movimento.</p>
<p>Devemos manter o juramento firmado quando de nossa Iniciação, pois o fizemos livres de qualquer imposição, contudo, como livres-pensadores, jamais, poderemos nos abster de refletir sobre qualquer tema que seja. Esse é o compromisso de nossa Revista! Informar e conscientizar, sempre, pautando pela imparcialidade!</p>
<p>Sob os influxos equinociais deste mês, agradecemos, sempre, a carinhosa acolhida e convidamos a todos a refletirem sobre esse e os demais temas, não menos importantes, publicados nesta edição.</p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 54</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 14:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Chegamos ao mês de agosto de 2011 lançando nossa 54ª edição ininterrupta, orgulhoso pela crescente aceitação deste trabalho, que, embora, seja, apenas, uma gota no oceano, tem contribuído, positivamente, para o engrandecimento da cultura maçônica. Afinal, não poderíamos, como veículo de informação e conscientização, manter postura diferente. Nosso comprometimento com [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong></p>
<p>Chegamos ao mês de agosto de 2011 lançando nossa 54ª edição ininterrupta, orgulhoso pela crescente aceitação deste trabalho, que, embora, seja, apenas, uma gota no oceano, tem contribuído, positivamente, para o engrandecimento da cultura maçônica.</p>
<p>Afinal, não poderíamos, como veículo de informação e conscientização, manter postura diferente. Nosso comprometimento com a elevação do nível cultural de nossa Ordem é “ad-aeternum”.</p>
<p>O resultado tem sido muitíssimo satisfatório. Mensalmente, recebemos diversos elogios de leitores, que utilizam nossos textos em suas Lojas, durante o “Quarto de Hora de Estudos”. Comuniquem-nos, sempre, tal uso, pois é extremamente importante para nos orientar na escolha de matérias para a produção das próximas edições.</p>
<p>Mensagens de sugestão, incentivo e crítica são muito bem-vindas. Estamos nos empenhando para atender a todos de forma imparcial e despretensiosa. Nosso compromisso é com você, e a sua opinião é fundamental, para que possamos encontrar a excelência deste trabalho. E que ele, como diria o grande poeta Vinícius, “<em>que seja</em><em> infinito </em><em>enquanto dure</em>”.<span id="more-862"></span></p>
<p>Entusiasta que somos, pretendemos, a cada edição, enfrentar novos desafios, não com o objetivo único de vencê-los, e, sim, de adquirir um novo aprendizado, de enxergar soluções por novos ângulos, de reavaliar nossos próprios limites.</p>
<p>Somado a tudo isso, vimos fazendo de nossos Editoriais um convite à reflexão sobre os mais diversos assuntos da atualidade, despertando nossos leitores quanto a nossa enorme responsabilidade como cidadãos, pais, maridos, profissionais e, principalmente, como Iniciados Maçons.</p>
<p>Dentro desse escopo, selecionamos matérias como: “O Templo de Mistérios Atlantes”, extraída do livro Iniciação Antiga e Moderna – A Fraternidade Rosa-Cruz, de Max Heindel, que nos serve como Matéria da Capa; a crônica “Coisas de Agosto”, de nossa lavra, abrilhanta a coluna Destaques, abordando, de forma descontraída, a origem e saga do mês que, para muitos, é considerado de mau agouro. Com ela, parabenizamos a todos pelo Dia do Maçom.</p>
<p>A coluna Estudo da Cabala, ainda, com o objetivo de desmitificar o estudo da tradição hebraica, apresenta a matéria “Quem Pode estudar Cabala?”, de Michael Laitman. Escolhemos para a coluna Trabalhos, duas matérias interessantes: “O Significado do Fogo e o Respeito para com a Chama”, gentilmente, cedido por nosso Irmão José Valdecir de Sousa Martins; de autoria de Fernando de Faria, “O Significado Simbólico da Gravata Bordô do Rito Brasileiro”.</p>
<p>Fechando a edição, escolhemos, para ilustrar a coluna reflexão, a matéria “Torradas Queimadas”, cuja autoria desconhecemos e cujo conteúdo, contudo, é uma imperdível aula de sabedoria de vida.</p>
<p>Querido leitor, que nos acolhe a cada edição e dispensa parte de seu valioso tempo lendo nossos escritos, saiba que nosso compromisso de tratar a cultura maçônica com a seriedade, que merece, toma proporções inimagináveis quando de sua participação. Participe conosco desse nobre trabalho de elevação do nível cultural de nossa Ordem e da conscientização de nossos propósitos como Iniciados Maçons!</p>
<p>Encontrar-nos-emos na próxima edição!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2011/07/Arte-Real-54.pdf" target="_blank"><strong>CLIQUE AQUI PARA BAIXAR!</strong></a></p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 53</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 12:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITORIAL Ousamos tocar em um assunto, que entendemos ser oportuno, devido à transição de Veneralato nas Lojas, em algumas Obediências. Tem sido notório, no seio das Lojas, muitos Irmãos manifestarem seu total descontentamento com a rotina improdutiva das sessões. Calendários quando existem demonstrando total falta de planejamento, principalmente, no que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/07/Arte-Real-53.pdf " target="_blank"><strong>CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL</strong><br />
<a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/06/Arte-Real-53.pdf" target="_blank"><strong></strong></a></p>
<p>Ousamos tocar em um assunto, que entendemos ser oportuno, devido à transição de Veneralato nas Lojas, em algumas Obediências. Tem sido notório, no seio das Lojas, muitos Irmãos manifestarem seu total descontentamento com a rotina improdutiva das sessões. Calendários quando existem demonstrando total falta de planejamento, principalmente, no que se refere à parte cultural das sessões, refletindo uma forte tendência a nos tornarmos “clube de serviços”, perdendo, de vez, nosso cunho iniciático.</p>
<p>Saudoso, recordamo-nos, quando fomos recebido nas fileiras maçônicas, de terem encontrado irmãos valorosos, enciclopédias ambulantes, que, ao fazerem uso da palavra, roubavam a atenção de olhares e ouvidos. Em breve oratória, enchiam o ambiente de vasto saber, estimulando-nos à pesquisa e ao estudo, dando-nos orgulho de pertencer à Loja e à Instituição, fazendo-nos contar os dias para a próxima reunião semanal.<span id="more-843"></span></p>
<p>Palestra em Loja, virou cabeça de bacalhau. Até existe, mas alguém tem visto? Pois bem. Já ouvimos comentários de Irmãos, repugnando quando se tem, para a Ordem do Dia, uma palestra, o que, no seu entender, pode atrasar o ágape, e isso não é bom! Claro que a confraternização, também, é importante, mas a chamada “Loja Etílica”, aberta após a Sessão, regada a comilanças e bebedeiras e sem hora para terminar, para os que ousamos classificar de “pseudoiniciados”, acaba por ser bem mais importante.</p>
<p>Precisamos rever nossos valores. A evasão de Irmãos na Ordem tem aumentado e o percentual de presença nas sessões diminuído consideravelmente. Muitos candidatos, que iniciam na Maçonaria, muitas vezes, trazem uma bagagem de conhecimentos, adquiridos em outras Ordens Iniciáticas, e visam a complementá-los com o aprendizado maçônico. Ao depararem com um total descomprometimento da Loja com o estudo de sua doutrina, desestimulam-se e a abandonam, levando um conceito errôneo do que é a Maçonaria, em sua essência.</p>
<p>Temos que lembrar que somos, fundamentalmente, uma Escola de Iniciação: primar pelo estudo de nossa doutrina é básico; colocá-la no teatro de nossas vidas é o que se espera de um verdadeiro Iniciado. Ao estudarmos os ensinamentos dos Graus do REAA, notamos quantos conhecimentos estão contidos nas instruções, nas lendas, na ritualística. A cada Grau investido, juramos e comprometemos ser melhores. Bastaria, apenas, a realização de tal prática para efetivamente, tornarmos feliz a humanidade. Transformando-nos, a resposta do Ir Chanceler, dada ao Ven Mestre no Grau de Aprendiz, deixa de ser uma utopia.</p>
<p>Muitos dizem ser fundamental escolher bem os profanos para adentrarem nossa Ordem; concordamos plenamente. Mas, quando temos, em Loja, uma maioria descomprometida com os valores de nossa doutrina, o novo irmão, como falamos antes, ávido pelo saber, acaba por abandoná-la decepcionado. Muito embora, a tendência seja o perfil do candidato basear-se nos valores dessa maioria, sendo mais um a engrossar as fileiras do “clubinho de serviços”, em que pretendem transformar nossa Sacrossanta Instituição.<!--more--></p>
<p>A Maçonaria precisa se reeducar. Quando falamos a Maçonaria, estamos falando o Maçom, pois a Maçonaria somos todos nós. Reeducarmo-nos como Irmãos, como cidadãos, como iniciados. Precisamos nos despojar das vaidades, sem querer ser Venerável, Grão-Mestre, ou ostentar qualquer cargo, cujo o falso brilho da alfaia nos é bem mais interessante do que a realização dos deveres inerentes.</p>
<p>Não queremos, com isso, criticar a realidade de algumas Lojas (por sinal a grande maioria) e, por consequência, da Potência/Obediência à qual esteja jurisdicionada, e, sim, levar o leitor a uma profunda reflexão sobre como poderemos agir para reverter esse quadro. Toda transformação deve ter início dentro de nós, para que seus reflexos possam materializar-se em nossas ações e transformar o meio em que vivemos.</p>
<p>Excepcionalmente, não apresentaremos as matérias que compõem essa edição, pois, por seu conteúdo, dispensam qualquer apresentação. Reflitam sobre cada tema e tirem a sua verdade, assim, nossa Revista terá atingido seu principal objetivo!</p>
<p>Caro Irmãos, leitores dessas linhas, que ocupam o espaço deste Editorial, permitam-se pensar que nossa causa maçônica é nobre e a oportunidade de se participar de uma Escola de Iniciação, muito mais ainda, por isso ser para poucos. Atentem para a grande responsabilidade que lhes cabe como iniciados, com seu aprimoramento espiritual. Posteriormente, escolham entre ser parte da solução, ou parte do problema. Assim, no silêncio de suas consciências, entenderão, nas entrelinhas, a resposta para quando perguntados: O que vindes fazer aqui?</p>
<p>Até sempre!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2011/07/Arte-Real-53.pdf" target="_blank"><strong>CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</strong></a></p>
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		<title>Revista Arte Real Ed. 52</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 21:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR! EDITORIAL Mais uma vez nos encontramos. Vamos aproveitar a oportunidade para apresentarmos o conteúdo de mais uma edição e abordarmos temas que entendemos ser importantes, no que se refere à conscientização de nossos diletos leitores. Daqui a exatos três anos, os olhos do mundo, mais do que nunca, estarão voltados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/07/Arte-Real-52.pdf" target="_blank"><strong>CLIQUE AQUI PARA BAIXAR!</strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EDITORIAL<br />
<a href="http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/05/Arte-Real-52.pdf" target="_blank"><br />
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<p>Mais uma vez nos encontramos. Vamos aproveitar a oportunidade para apresentarmos o conteúdo de mais uma edição e abordarmos temas que entendemos ser importantes, no que se refere à conscientização de nossos diletos leitores.</p>
<p>Daqui a exatos três anos, os olhos do mundo, mais do que nunca, estarão voltados para o Brasil. A Copa do Mundo de Futebol é, de fato, um dos eventos mais importante do esporte. A expressão desse evento no Brasil vem tomando vulto cada vez maior, por sermos o país do futebol,por termos sido campeões em cinco Copas e por possuirmos diversos jogadores brilhando em todos os quadrantes da Terra.<span id="more-824"></span></p>
<p>Dois anos após, estaremos realizando, pela primeira vez, na América do Sul, as Olimpíadas, o evento maior do esporte mundial. Tudo isso é maravilhoso para o desenvolvimento do país. Sabemos o quanto isso acelerará a evolução de vários setores, permitindo a geração de milhares de empregos, a chegada de novas tecnologias e a exposição do país ao mundo.</p>
<p>Em 2007, realizamos os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro, que serviu para observarmos, mesmo que em proporções bem menores, as vantagens de sermos anfitriões de eventos desse porte.</p>
<p>O que muito nos preocupa é a nossa “cultura do em cima da hora”. Alguns estádios de futebol estão com suas obras (diga-se de passagem, todos com orçamentos astronômicos) bastante atrasadas, já que sediaremos, também, a Copa das Confederações de 2013. No estado de São Paulo, por exemplo, nem sequer começou a construção do estádio que sediará, possivelmente, a Abertura da Copa.</p>
<p>Nossos aeroportos, hoje, apenas, com os vôos normais, já vivem um caos, verdadeiro absurdo. Sabe-se que o projeto de ampliação, que nem começou, já é obsoleto, tendo que ser reavaliado, a fim de conseguir comportar a demanda.</p>
<p>Como desafogar os 150 km diários de engarrafamento em  São Paulo? Em Porto Alegre, das 10 obras de mobilidade do trânsito, apenas, uma tem projeto, quando as obras já deveriam ter iniciado.</p>
<p>Estamos torcendo para que medidas sejam tomadas e o cronograma possa ser cumprido. Possivelmente, o orçamento, que já atinge níveis “estratosféricos”, seja, ainda mais, superfaturado na justificativa de dobrar os esforços para o cumprimento do calendário de obras, o que já estamos cansados de ver repetir. Uma perguntinha básica: quem vocês acham que pagará a volumosa conta?</p>
<p>Como brasileiro, é claro que estamos torcendo para espantar o fantasma de 1950, quando o Brasil, em  pleno Maracanã, chorou a perda da Copa do Mundo. Mas ao nos depararmos com o logotipo da Copa de 2014, ficamos um tanto preocupado, pois seu desenho transmite a ideia de uma pessoa escondendo o rosto de vergonha. Esperamos que quem o idealizou não tenha tido um presságio , inconscientemente, materializando uma profecia em forma de logotipo. Tal desenho, em nossa opinião, é pelo menos lamentável, ainda mais, por contrariar as cores da nação brasileira, com a substituição do azul pelo vermelho. Coincidências a parte, essa cor é a do partido do governo! O que nos causa espécie é que haveria um concurso entre designers para escolha do logotipo, quando, de repente, empurraram-nos, garganta abaixo, esse desenho de mau gosto. Otimista que somos, esforçamo-nos para enxergar, naquele desenho, uma homenagem a Chico Xavier, psicografando uma mensagem de dias melhores!</p>
<p>Esta edição, embora suspeito para argumentar, diríamos que está fantástica. A começar pela Matéria da Capa, intitulada “A Eterna Busca da Atlântida”, de nosso Irmão Galuzio. Na coluna Destaques, temos, extraída de “O Livro Negro do Cristianismo”, de Laura Molucelli, a matéria “Os Cristãos Eram Proibidos de Ler a Bíblia”, narrando os absurdos da Igreja durante a Inquisição. Na coluna Estudo da Cabala, a matéria do Irmão José Geraldo da Silva, “A Cabala e o Misticismo Maçônico” lança um olhar mais lúcido sobre o tema.</p>
<p>A fim de estimular o estudo sobre os alicerces da Maçonaria, apresentamos, de autoria de Henning A. Klövekorn, com tradução do Irmão José Antônio Filardo, “A Formação da Primeira Grande Loja”, contrariando muitos historiadores, que repousam suas pesquisas na Grande Loja de Londres, em 1717. “Os Mistérios do Pentagrama”, de autoria de Antônio Carlos Benega, é uma verdadeira aula de esoterismo, desvelando vários mistérios.</p>
<p>Que as nossas preocupações com a “cultura do em cima da hora” sejam em vão; que esses eventos tragam tudo de bom para o nosso país e para o povo brasileiro; que o logotipo da Copa de 2014, lembrando o excelso Chico Xavier, traga as irradiações de Paz e Harmonia ao Brasil, que, em suas palavras, é o “Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”. Que se cumpra!</p>
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